Assembleia de representantes aprovou, em Pombal, plano de atividades e orçamento para 2018: Armindo Carolino eleito presidente do CA da FRP para mandato que começa em janeiro 2018

A Assembleia de Representantes da Fundação Rotária Portuguesa (FRP) realizada, no passado fim-de-semana, no miniauditório do Teatro Cine de Pombal, aprovou por maioria (um voto contra) o Plano de Atividades e Orçamento da Fundação Rotária Portuguesa para o ano de 2018.
Na sessão os representantes dos clubes rotários aprovaram ainda por maioria (com uma abstenção), o «valor das contribuições dos rotários a favor da FRP» e o «valor das doações elegíveis para atribuição dos Títulos de Subscritores e Beneméritos da FRP».


O encontro decorreu sob a presidência de Afonso Malho, governador do distrito rotário 1960, e presidente da Assembleia de Representantes, no ano rotário 2017/2018, que esteve acompanhado de Alberto Soares Carneiro, governador do distrito rotário 1970 e vice-presidente da Assembleia de Representantes; José Matias Coelho, presidente do Conselho de Administração (CA) da FRP em exercício; José Maria Gonçalves Pereira, presidente do Conselho Superior/Curadores; António Manuel Fortunato, em representação da Comissão Revisora de Contas e de José Ribeiro Ferreira, que secretariou os trabalhos.


A sessão de abertura da reunião contou ainda com a presença de Pedro Mendes, presidente do Rotary Club de Pombal e de Luís Diogo Mateus, presidente da Câmara Municipal de Pombal. Ambos mostraram regozijo pela escolha de Pombal para a realização do encontro rotário e manifestaram o desejo de que a sessão de trabalhos fosse frutífera.


A encerrar a sessão de abertura Afonso Malho, Governador do Distrito 1960, agradeceu a presença de todos e formulou votos de uma boa sessão de trabalho.


A anteceder a apresentação do Plano de Atividades e Orçamento para 2018, José Coelho, presidente do CA da FRP esclareceu que aquele órgão «trabalhou bastante nos últimos meses, porque houve assuntos que requereram muito da nossa atenção. Desde logo por todo o processo de homologação dos Estatutos, extremamente envolvente e absorvente». Neste contexto agradeceu aos companheiros do CA que, de uma forma direta, estiveram envolvidos nesta matéria.


Frisou ainda que a elaboração do Plano de Atividades «requereu muito da nossa atenção e empenho» pois será desenvolvido num período de alteração significativa do funcionamento da nossa Fundação ao nível da administração».


Lembrou ainda o envolvimento da Fundação Rotária Portuguesa na campanha Fundo de Calamidades do Rotary, colocando-se como parceira dos Distritos 1960 e 1970, e estando na primeira linha de atuação desta iniciativa do movimento rotário português.

 

Ajudar a juventude escolar

O Plano de Atividade e Orçamento para 2018 foi explicado, pormenorizadamente, por Armindo Carolino, vice-presidente do CA, que alicerçou o discurso num conjunto de diapositivos explicativos de cada rúbrica que integra o plano e orçamento.


O administrador da FRP colocou a tónica do discurso nas linhas mestras do documento que foi elaborado tendo em conta o «objetivo primeiro e fundamental de “… auxílio à juventude escolar…” conforme consta no documento constitucional da fundação – “AJUDEMOS A JUVENTUDE ESCOLAR”».


Esta linha de atuação será acompanhada pela realização de atividades que resultem da aplicação do Plano Estratégico-2010, aprovado pela Assembleia de Representantes de 17 de outubro de 2009, realizada em Fátima.


Entre outros pontos o plano prevê a consolidação do património e do capital social da FRP; manter o apoio aos clubes rotários, mediante comparticipação financeira, nas percentagens indicadas pelos governadores, aos projetos que vierem a ser apresentados; apoio aos governadores e respetivas equipas; reforçar a parceria com as novas gerações e apoiar a realização do Canto Lírico e atribuição das bolsas dos fundadores e melhores bolseiros, por ocasião do aniversário da instituição.


Após a apresentação do Plano de Atividades e Orçamento para 2018 alguns dos representantes dos clubes manifestaram-se solicitando esclarecimentos, prontamente respondidos, pelos responsáveis do CA. Mas, também deixaram críticas construtivas e palavras de apreço, reconhecimento e incentivo pelo trabalho realizado.


Alberto Soares Carneiro, na sua intervenção ressalvou que os clubes rotários portugueses gostam da Fundação Rotária Portuguesa e utilizam-na «como instrumento de ação na comunidade e que fazem muitos projetos através da fundação».


Recuou até 2010, ano em que foi implementado o plano estratégico, para reforçar a ideia de que os clubes é que decidem o que querem fazer através da apresentação/realização de projetos: se querem «fazer projetos educativos» ou fazer ações na área do Combate à Fome e Pobreza, Saúde ou Ambiente. «Não há nada mais democrático e mais livre do que isto. Dizer aos clubes o que querem que a Fundação apoie».
Alberto Soares Carneiro revelou ainda que com a aprovação dos novos Estatutos os dirigentes de Rotary Internacional reconhecem a Fundação Rotária Portuguesa como parte integrante do movimento rotário.


Após a apresentação e votação do Plano de Atividades e Orçamento para 2018, José Maria Gonçalves Pereira, presidente do Conselho Superior/Curadores da Fundação Rotária Portuguesa (FRP) leu o parecer do conselho a que preside, que reuniu também no sábado, no período da manhã, na sede do Rotary Club de Pombal.

 

Eleitos novos elementos para o CA da FRP cujo mandato começará em janeiro de 2018

A reunião do passado fim-de-semana incluiu ainda a Assembleia Eleitoral onde os representantes de clubes acreditados para o encontro rotário elegeram novos elementos para o Conselho de Administração (CA) cujo mandato terá início em janeiro do próximo ano.


O resultado da votação ditou que: Armindo Lopes Carolino, RC Pombal (33 votos a favor, 3 votos brancos e 1 voto nulo) foi eleito para presidente do CA, pelo Distrito 1970; José Matias Charneca Coelho, do RC Setúbal (34 votos a favor e 3 votos brancos) foi eleito para vice-presidente do CA, pelo Distrito 1960.


Para vogal do CA, pelo Distrito 1960, foi eleito José Carlos da Costa Álvares Rosmaninho, do RC Lisboa-Benfica (34 votos a favor, 3 votos em branco); enquanto que para vogal do CA, pelo Distrito 1970, foi eleito José Ribeiro Ferreira, do RC Coimbra (35 votos a favor, 2 votos brancos).

 

Votos de louvor

Sérgio Pinto, do Rotary Club do Entroncamento, antes do encerramento dos trabalhos propôs a atribuição de um voto de louvor ao CA da FRP pelo trabalho desenvolvido. Proposta amplamente aplaudida por toda a plateia, e aprovada por maioria.


Também José Coelho (desempenhará funções como presidente do CA da FRP até final do próximo mês de dezembro) na intervenção final afirmou: «é uma honra servir a FRP, como presidente do CA. Até dezembro estou de pedra e cal e com força e, a partir de janeiro estarei para servir e para ajudar o companheiro Carolino em tudo o que ele necessitar».


Propôs ainda um voto de louvor, e de justo reconhecimento, aos elementos que compuseram a Comissão da Redação da Alteração dos Estatutos, nomeadamente, José Rolim, Alcides Esteves, Luís Valente e Armindo Carolino. Ato igualmente aplaudido e merecedor da aprovação dos presentes.