RC Guimarães atua na área do Combate à Fome e à Pobreza e ajuda famílias carenciadas com cabazes de alimentos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

    “Notícias” da Fundação Rotária Portuguesa (FRP) dá continuidade à divulgação de iniciativas enquadradas no âmbito do regulamento de candidatura a projetos de apoio da Fundação Rotária Portuguesa. Conversámos com José João da Silva Neves, responsável por acompanhar o projeto enquadrado na ênfase do Combate à Fome e à Pobreza promovido pelo Rotary Club de Guimarães. Na conversa, que surgiu a propósito da conclusão do projeto, o rotário, sugere que este deveria tornar-se mais autónomo ao mesmo tempo que as famílias mais capazes deveriam ser ajudadas a conseguir empregos.

     

    Notícias (N.) – Como decorreu o processo de candidatura do projeto “Apoio a 25 Famílias carenciadas – Pobreza Envergonhada” promovido pelo RC Guimarães?
    José Neves (J. N.) – É um processo que tem já alguns anos de atividade, o que nos leva a ter já mecanismos de controle e um acompanhamento de proximidade.


    N. – Qual o alcance deste projeto enquadrado na ênfase Combate à Fome e à Pobreza?
    J. N. – O lado perverso deste projeto, é que dificilmente conseguimos tirar estas famílias desta necessidade, com duas excepções nestes últimos anos em que arranjamos empregos.


    N. – Como surgiu a ideia do apoio a famílias carenciadas. Esta não é uma realidade nova para o clube?
    J. N. – Eramos persistentemente assediados por algumas instituições no pedido de apoio a algumas famílias que viviam mal e nada pediam. Como já dávamos os cabazes de Natal, pensamos que o Natal podia ser todos os dias.


    N. – Como foram identificados os núcleos familiares a serem apoiados?
    J. N. – Chegavam os pedidos de apoio, tentávamos verificar a situação filtrávamos com outra instituição camarária local e concedíamos ou não.


    N. – Para a realização desta ação o clube fez parcerias?
    J. N. – Sim, dois companheiros fizeram aderir o apoio das suas empresas.


    N. – Que balanço faz agora que o projeto foi concluído?
    J. N. – Julgo que seria altura de rever o projeto, por forma a torná-lo mais autónomo e se possível fazer com que estas famílias, caso sejam de idade ativa, consigam arranjar empregos.


    N. – O clube tem atuado com sucesso na área do Combate à Fome e à Pobreza. No futuro pensam diversificar a ação?
    J. N. – Começa a haver algumas dificuldades, pois nem todos estão disponíveis para ajudar.