Ilda Braz e Armindo Carolino os novos timoneiros do CA e do CE da Fundação Rotária Portuguesa

Aproveitando a realização da cerimónia de tomada de posse como Governadora do Distrito 1960, que teve lugar a 30 de Junho em Lisboa, sucedendo ao governador Afonso Malho (Rotary Club da Moita), Ilda Braz (Rotary Club de Ponta Delgada) assumiu igualmente, a presidência do Conselho de Administração da Fundação Rotária Portuguesa (FRP).
A transmissão de “Tarefas” (informal) do Conselho de Administração (CA) da FRP e da Comissão Executiva (CE), da mesma instituição, teve lugar no dia 29 do passado mês de Junho, num restaurante em Algés (Lisboa). Na presidência do CA, o anterior governador do Distrito 1970, Alberto Soares Carneiro (RC Paredes) deu lugar à governadora Ilda Braz e, na CE, José Matias Coelho (RC Setúbal), passou o “testemunho” a Armindo Carolino (RC Pombal), que assume a presidência do órgão que gere o dia-a-dia da FRP.
O encontro que decorreu num ambiente informal reuniu os elementos da CE e um conjunto de rotários que se associaram à sessão.

José Coelho: mais uma missão cumprida em Rotary

Na ocasião, José Coelho, num curto discurso pleno de sentimento e alguma emoção, manifestou a sua satisfação por “mais uma missão cumprida em Rotary com enorme e gratificante prazer”.
O presidente da CE cessante traçou, em linhas gerais, os pontos mais importantes primeiro como presidente do CA da FRP, e depois, após a aprovação pela Tutela e entrada em vigor dos novos Estatutos da instituição, como presidente do CE. Dirigiu uma palavra “de gratidão” ao grupo de rotários que estiveram envolvidos na alteração dos Estatutos, nomeadamente Armindo Carolino e José Rolim a que se juntaram os companheiros Luís Valente e Alcides Esteves.
José Coelho frisou a importância da entrada em vigor dos novos estatutos e das alterações que os mesmos provocaram na estrutura e “governação” da FRP, nomeadamente o início de funções de uma CE, da qual teve a honra de ser o primeiro presidente. A maior agilidade de tomada de decisões, aliada a uma efetiva delegação de pelouros no grupo de trabalho, resultou numa gratificante coesão de trabalho, solidificando os laços de amizade e cooperação entre os companheiros que fazem parte da CE, com resultados significativos na eficácia do processo de gestão diária da FRP.
Lembrou também a realização de um inquérito aos clubes rotários “sobre o plano estratégico e sobre a denominação da FRP”, cujos resultados atestam significativamente a justeza da “linha de ação” atual da FRP, inquérito esse impulsionado “corajosamente” pelo ex-governador Soares Carneiro, no sentido de conhecer claramente qual a vontade dos clubes quanto ao futuro da FRP.
O presidente do CE cessante sublinhou ainda como facto relevante do seu mandato, a circunstância de a FRP no último exercício ter tido o melhor resultado dos últimos anos (aproximadamente 50 mil euros), o que originou um reforço do capital social da Fundação. Lembrou a forma muito construtiva e solidária da relação com o CA, nomeadamente com o seu presidente, o governador Soares Carneiro, muito ativo e “virado para a ação e que continuará a ser uma mais-valia para a nossa Fundação”.
A terminar a intervenção dirigiu-se a Armindo Carolino afirmando o prazer que teve em trabalhar na sua companhia. “Desejo-lhe toda a felicidade do Mundo. Pode contar comigo a 100% em tudo o que achar que possa ser útil”. Uma palavra também a Ilda Braz, a nova presidente do CA “aquilo que a FRP vai ser, tem muito a ver com o apoio que a companheira der a este projeto que temos em mãos. Confiamos muito em si como presidente do CA”.

Armindo Carolino: engrandecer a FRP

O novo presidente da CE da FRP traçou um paralelismo ao desenvolvimento e queda das civilizações, que ao renascerem dão lugar a outras civilizações, com a sua vida pessoal, nomeadamente o ser “catapultado, pelos companheiros, para posições de responsabilidade”.
Enumerou os princípios que norteiam a sua vida e dirigindo-se a Ilda Braz, nova presidente do CA, afirmou que estamos num momento em que é “preciso lutar de uma maneira absolutamente objetiva para que a verdade do que foi, é e há-de ser no futuro a instituição Fundação Rotária Portuguesa. E o que teremos de fazer? É pegar nessa grandeza, potenciá-la e sermos dignos portadores desse projeto que nasceu há quase 60 anos pelas mãos dos nossos fundadores”. Armindo Carolino lembrou ainda na sua intervenção que “somos rotários e a nossa missão é servir”.
“Trabalhar em profundidade. Levar apoio a quem precisa, através dos projetos dos clubes, através da nossa intervenção, por meio dos clubes dos distritos rotários 1960 e 1970, motivando e responsabilizando os clubes rotários a levantarem problemas que tenham necessidade de serem apoiados e a apresentá-los à FRP para que esta possa ser parte ativa na melhor prossecução de vida para os destinatários desses projetos”, sublinhou a propósito da ação da instituição.
Sobre da missão de “servir” e do lema “dar de si antes de pensar em si” Armindo Carolino sustentou que a “FRP não é um pedestal de vaidades, não serve para levar ninguém a dar nas vistas e a impor-se por si próprio. A FRP exige é que aqueles que têm obrigação de servir nos seus órgãos sociais o façam de uma maneira correta, permanente e eficaz”.
Dirigindo-se a Ilda Braz, governadora e presidente do CA da FRP frisou que com “lealdade, franqueza e coração aberto estará sempre disponível”.

Ilda Braz: “podem contar comigo com toda a força da minha vontade”

A terminar o momento de intervenções, Ilda Braz, nova presidente do CA da FRP dirigiu-se aos companheiros afirmando “podem contar comigo com toda a força da minha vontade e da minha ação em servir. A colaboração não se põe em dúvida, confiança em mim podem tê-la. E vamos dar continuidade a uma FRP cada vez mais forte na ajuda aos projetos dos clubes quer sejam eles bolsas de estudo, apoio à pobreza ou saúde”. Terminou com um enfático “podem contar comigo”.