Roberto Carvalho e José Rolim os novos timoneiros da Fundação Rotária Portuguesa

Teve lugar sábado, 4 de julho de 2020, no Hotel D. Inês em Coimbra, a cerimónia de tomada de posse dos novos presidentes do Conselho de Administração e da Comissão Executiva da Fundaçao Rotária Portuguesa, para o Ano Rotário 2020/2021.
Na presidência do Conselho de Administração Roberto Carvalho (Rotary Club de Cascais-Estoril), Governador do Distrito Rotário 1960 para o Ano Rotário 2020/2021, sucedeu a José Luís Carvalhido da Ponte (Rotary Club de Viana do Castelo), Governador do Distrito Rotário 1970, no Ano Rotário 2019/2020.
Ainda neste órgão, a vice-presidente Mara Filipa Ribeiro Duarte (Rotary Club de Algés), Governadora do Distrito Rotário D.1960, no Ano Rotário 2019/2020, cessou  funções sendo substituída, pelo Governador do Distrito 1970 Sérgio Fernando Garrido Almeida (Rotary Club de Arouca), que no Ano Rotário 2020/2021, assumirá também as funções de vice-presidente da instituição.

José Coelho passou o testemunho a José Rolim

Na presidência da Comissão Executiva o administrador José Manuel de Carvalho Rolim (Rotary Club de Coimbra) sucede neste Ano Rotário 2020/2021 ao também administrador José Matias Charneca Coelho (Rotary Club de Setúbal), que desempenhou aquelas funções no Ano Rotário 2019/2020.
Os restantes elementos do Conselho de Administração e Comissão Executiva mantêm-se, bem como, o elenco dos restantes órgãos sociais da Fundação Rotária Portuguesa, Comissão Fiscalizadora, Conselho de Curadores e Conselho de Presidentes.

José Rolim: inclusão é a tónica dominante da ação

Na intervenção que proferiu o novo presidente da Comissão Executiva dirigiu as primeiras palavras ao último ano de trabalho: “foi um ano ímpar em que a Fundação se empenhou fortemente em contribuir para que os clubes voltassem ao seu seio. Foi um ano inclusivo. Foi um ano em que tentamos combater a COVID numa situação especial onde foram disponibilizados 113 mil euros, muito bem usados pelos clubes rotários”.
Dirigindo-se a José Coelho, presidente cessante da Comissão Executiva afirmou “todos temos de nos orgulhar e agradecer o seu empenho, dedicação e a forma como conseguiu ultrapassar este momento difícil”.
Com a noção de que a sucessão no cargo não é fácil José Rolim sustentou “que todos os anos são diferentes e que vamos ter um ano pós-pandemia onde os recursos vão ser parcos e os desafios maiores pelo que só poderemos ser bem sucedidos se tivermos o apoio ativo não só dos companheiros dos órgãos sociais que aqui estão, como também de todos os rotários” e continuou “por isso vamos empenhar-nos no sentido de sermos inclusivos; fazer chegar a nossa mensagem de harmonia, desenvolvimento e de rotário enquanto ser atuante na comunidade”.
Recuando a Março o novo presidente da Comissão Executiva recordou um projeto que estava delineado para realização de um périplo pelos clubes com vista a “limar arestas e conseguir entendimentos” entretanto suspenso devido à pandemia. Naturalmente, logo que as condições o permitam, este será retomado “no sentido de aproximar a Fundação dos clubes e os clubes à Fundação. Esse é o caminho”.
José Rolim sublinhou ainda a honra que para si representa desempenhar o novo cargo na Comissão Executiva e que terá “postura colaborante quer institucional, quer pessoal, que naturalmente exigirá de todos os seus pares e com isso vamos conseguir concerteza chegar a algum lado. Esperemos que esteja de acordo com o que os clubes rotários nos exigem e que os nossos 61 anos nos obrigam”.

Sérgio Almeida: Distrito 1970 “quer dizer-vos que está presente”

Para o novo vice-presidente do Conselho de Administração da FRP e Governador do Distrito rotário 1970 a “Fundação Rotária Portuguesa tem para nós um lugar muito especial, quer nos nossos clubes, quer em todos nós. É uma referência”. E prosseguiu “quero deixar um agradecimento ao companheito José Coelho pelo que fez, pela dinâmica que sempre imprimiu”.
Dirigindo-se a José Rolim, novo presidente da ComissãoExecutiva, desejou as maiores felicidades e que poderá contar “com o seu Governador do Distrito 1970”.
Sérgio Almeida (RC Arouca) sustentou que “não há dois rotary, não duas fundações, não há nós e eles, esse é um discurso que queremos acabar. Só existe uma Fundação Rotária Portuguesa”.
“É natural que tenhamos ideias a alinhar. É natural que tenhamos expetativas a trabalhar mas, não se trata só da lei, não se trata só das regras trata-se da Prova Quádrupla e todos nós temos escolhido ser rotários. É a boa vontade que nos move e é a boa vontade que nos trouxe aqui hoje. Estou muito satisfeito. O Distrito 1970 na figura do seu Governador quer dizer-vos que está presente”, sustentou.

Roberto Carvalho: tempo de futuro é tempo de união

Roberto Carvalho (Rotary Club de Cascais-Estoril) presidente do Conselho de Administração da FRP e Governador do Distrito rotário 1960 traçou a sua chegada à fundação e sustentou ainda que a sua ligação com a FRP tem a ver ainda com um projeto que defende muito: o “Canto Lírico”.
Deixando o registo pessoal Roberto Carvalho, tendo como pano de fundo a pandemia COVID-19, regozijou-se pela forma como o Rotary em geral e a Fundação Rotária Portuguesa, em particular, com o esforço da Comissão Executiva presidida pelo companheiro José Coelho, “conseguiram num curto espaço de tempo adaptar-se, flexibilizar-se e apoiar os clubes. Houve de facto muitas necessidades na comunidade e a Fundação soube dizer estou cá. Foi falar com os clubes; fizeram-se boas parcerias que vão dar frutos no futuro. E quero enaltecer o excelente trabalho que a Fundação fez”.
O presidente do Conselho de Administração da FRP prosseguiu: “e agora é o tempo futuro. Tivemos de facto problemas no passado. É verdade. Tivemos um ano, diria híbrido, mas os dois distritos estão unidos estão aqui os próximos governadores, temos estado a trabalhar a seis. A ideia é união entre Conselho de Administração e Comissão Executiva; união entre distritos 1970 e 1960; união entre os seis governadores. E é esse o espírito a partir de agora que vai marcar este ano rotário”.