Rotary Club de Braga-Norte adere ao Projeto "Caminho de S. Rosendo"

Data: 6/03/17

Braga – O Rotary Clube de Braga-Norte decidiu aderir ao projeto “Caminho de S. Rosendo”, na sequência de vários contactos e visitas entre a presidente do clube, Elsa Dourado, e o presidente do Rotary Club de Santo Tirso, Jorge Costa.

 

O trajeto de Braga, desse caminho, será traçado em conjunto com mais clubes da região e terá, como já acontece na Maia e em Santo Tirso, um marco rotário.

Depois do Rotary Club da Maia e do Rotary Club de Santo Tirso, o Rotary Clube Braga-Norte é o terceiro clube rotário português a aderir a este projeto histórico-cultural do Rotary Club de Ourense, na Galiza, Espanha.

O projeto de implementação, promoção e desenvolvimento do “Caminho de S. Rosendo”, um caminho religioso e turístico que passará pela região Norte de Portugal até Celanova, um município da Espanha na província de Ourense, foi iniciado pelo Rotary Club de Ourense em 2012, com o objetivo de aproximar as comunidades portuguesa e galega.

O primeiro clube português a entrar no projeto foi o Rotary Club da Maia, geminado com o Rotary Club de Ourense. O clube seguinte foi o Rotary Club de Santo Tirso, terra natal de S. Rosendo. Nos últimos anos o projeto tem crescido com a inauguração de monólitos nas cidades da Maia e Santo Tirso, sempre com o apoio das autarquias locais.

S. Rosendo nasceu no concelho de Santo Tirso, em 907, filho de um companheiro de armas de Afonso III de Leão. Com 18 anos apenas, foi feito bispo de Mondoñedo, na Galiza. Segundo os registos, terá consolidou a paz, reconstruído mosteiros e igrejas, apaziguado clero e nobreza e libertado escravos. Escolhido para bispo de Dume, em Braga, visitou longamente as regiões da Galiza e de Entre-Douro-e-Minho.
Foi o fundador de um dos mais célebres mosteiros beneditinos da Galiza, Celanova, na diocese de Ourense, habitado por uma comunidade modelo e procurado por bispos, condes, monges e fiéis. Retirou-se para esse mosteiro em 944, depois de renunciar ao bispado, mas em 970 foi chamado a administrar a diocese de Compostela, quando a região era assolada por invasões normandas. Morreu em Celanova, em 1 de Março de 977.