RC Caldas da Rainha dá continuidade ao projeto "As Crianças Primeiro"

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

“Notícias” da Fundação Rotária Portuguesa (FRP) difunde mais uma iniciativa rotária enquadrada no âmbito do regulamento de candidatura a projetos de apoio da FRP. Trata-se do projeto “As Crianças Primeiro – Apoio Alimentos Láteos e Cereais” que envolve o Rotary Club de Caldas da Rainha (RC Caldas da Rainha), que no atual ano rotário é presidido por Maria Manuela Franco da Silva. A propósito desta iniciativa que o clube candidatou na fase de Setembro de 2017 falámos com João Manuel dos Santos Silva Girão, representante do clube à FRP, e que acompanha o desenrolar da iniciativa.

 

Notícias (N.) – O RC Caldas da Rainha retomou, neste ano rotário, o programa de angariação de fundos a favor das crianças mais necessitadas que denominou “As Crianças Primeiro”. Que balanço faz da ação levada a cabo no ano transato?
João Manuel Girão (J.M.G.) – A ação está a ser levada com toda a naturalidade e bastante positiva no seu conjunto, sendo o seu balanço francamente um êxito.


N. – O projeto, integrado na área do Combate à Fome e à Pobreza, visa fazer chegar às crianças carenciadas do Oeste alimentos láteos e cereais, conta com o apoio de vários parceiros. Quer enuncia-los?
J.M.G. – O clube realizou o projeto com vários parceiros, tais como, a empresa Leclerc, Repsol, Agente Turístico Luísa Todi, JNS Seguros e Estounoir, Lda. A juntar elementos do nosso clube, mais com fundos próprios e a Fundação Rotária Portuguesa.


N. – Quais são os produtos que compõem por norma os cabazes que chegam até às famílias indicadas pelo Banco Alimentar do Oeste?
J.M.G. – Os produtos que compõem os cabazes são as papas láteas, leite em pó e cereais.


N. – De que forma são distribuídos os géneros alimentares angariados?
J.M.G. – O RC Caldas da Rainha entrega em género a totalidade da angariação dos fundos ao Banco Alimentar do Oeste. Esta entidade faz, posteriormente, a distribuição dos géneros alimentares às cerca de 62 instituições de solidariedade que habitualmente abastece.


N. – Este projecto, de continuidade, tem como principal parceiro a empresa Leclerc. Foi difícil conseguir o apoio desta grande superfície?
J.M.G. – Foi fácil conseguir o apoio da empresa Leclerc devido à grande sensibilidade dos seus proprietários face ao projeto em si, principalmente porque diz respeito a crianças necessitadas.


N. – Este projeto decorrerá até Março deste ano. O clube prevê continuar a dinamizar esta angariação de fundos e assim apoiar as crianças que vivem no Oeste? Na sua opinião as campanhas nacionais de recolha de bens alimentares deveriam incidir também nos produtos láteos, uma vez que são essenciais à alimentação dos mais pequenos?
J.M.G. – O projeto decorre no espaço temporal de setembro de 2017 a Junho de 2018 e o clube prevê a sua continuidade para os anos seguintes. Na minha opinião não podemos “obrigar” as pessoas a contribuir com estes produtos nas campanhas nacionais, por serem produtos com preços mais elevados, mas devemos sensibilizá-las com panfletos, mais publicidade nos jornais locais e outros por outros meios de comunicação, a fim de alertar a população para esta grande carência.